A MORTE DE UM POETA

“Por bem fazer, mal haver.”
Tão maltratado foi,
Tanto o fizeram sofrer
Que um dia se achou morto
Do outro lado da vida
Perdido, exangue,
Envolto em
Medonha escuridão.
Mas, “Errar
é próprio do homem.”
Trevas rasgou então
Poisando um raio de luz,
Um sopro de energia,
No seu coração
Porque um poeta
Nunca morre,
Deixando
Em cada verso
Um traço de vida
Uma oração.

TexRib

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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